|
|
Assentada nas colinas suaves de um vale ao pé da Serra
de Cabras, a cidade é um convite à tranqüilidade. Fundada em meados do século
XIX com o nome de Conceição de Barra Mansa, mudado em 1919 para a denominação
atual, Morungaba emancipou-se administrativamente em
1965 e foi
elevada à condição de Estância Climática em 1994.
Em gleba de terreno ligeiramente acidentado e fertilíssimo onde corre o
Ribeirão dos Mansos, surgiram as primeiras casas do Bairro dos Mansos
(sobrenome de provável família pioneira), formando um núcleo ao redor de uma
capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição. Era no tempo em que a lavoura
cafeeira expandia-se pelo Estado. Com os cafezais, chegaram os imigrantes
italianos que aqui se fixaram, primeiro na lavoura e, em seguida no comércio,
solidificando o pequeno burgo.
Em meados do século XX, as primeiras indústrias se instalaram, o distrito
transformou-se em município apresentando sinais de indiscutível progresso,
evoluindo até tornar-se a cidade que hoje é, pequena porém agradável, pujante e
movimentada. A lei nº, de 25 de julho de 1994, transformou o Município de
Morungaba em estância climática. A cidade começa a estruturar-se para se
transformar num ponto de atração turística. Potencial não lhe falta.
Data oficial de fundação: 29 de junho de 1888.
Emancipação Política: 28 de fevereiro de 1964.
Elevação a Estância Climática: 25 de julho de 1994.
Município Limítrofes: Amparo - 26km, Bragança Paulista - 43km, Itatiba - 18 km, Campinas - 42 km, Pedreira, e Tuiuti.
Distância da Capital: Morungaba - São Paulo - 103km.
Acesso: Rodovia Constâncio Cintra, SP 360, conhecida como Rodovia das Estâncias. Pela Rodovia Dom Pedro I, entrada nº 106, sinalizada por placas.
Altitude: 715 m - Longitude: 46°48' - W e Latitude: 22º53' - S
Topografia: Levemente acidentada
Clima: Tropical de altitude
Extensão Territorial: 143km
População: 12.007 (urbana: 9.954; rural 2.053)
Temperatura Média: 18 a 26 graus, dentro de ótimo sistema ecológico.
Toponímia: Morungaba, do tupi-guarani, colméia de morungas, abelhas produtoras de dulcíssimo mel (Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo).